APOSTILA DE COMANDOS ELETRICOS SENAI PDF

Procedimentos 1. Energize o circuito. Anote os valores de correntes de partida e motor sem carga. Anote os valores da correntes de partida e do motor sem carga. Teste os elementos e monte o circuito de comando conforme o diagrama a seguir.

Author:Goltizuru Akile
Country:Armenia
Language:English (Spanish)
Genre:Video
Published (Last):27 March 2016
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Contatar tripolar - Destina-se a efetuar o acionamento de diversos tipos de cargas das instalaes industriais, como motores eltricos, capacitores, resistncias de aquecimento etc. Suas principais caractersticas so: podem possuir contatos principais e auxiliares; maior robustez de construo; facilidade de associao a rels; tamanho fsico de acordo com a potncia da carga; a potncia da bobina do eletroim varia de acordo com o tipo de contator; geralmente tem cmara de extino de arco; podemos inserir blocos de contatos auxiliares fornecidos pelo fabricante.

Normalmente, os contatores auxiliares so utilizados para aumentar o nmero d4 contatos auxiliares dos contatores tripolares. Suas principais caractersticas so: tamanho fsico varivel conforme o nmero de contatos; corrente nominal de carga mxima igual a 1 QA para todos os contatos; cmara de extino praticamente inexistente.

Vantagens do emprego de contatores Comando distncia. Facilidade de instalao. Elevado nmero de manobras elevada durabilidade. Fcil substituio de peas danificadas.

Atualmente, os fabricantes fornecem peas de reposio originais como bobi nas, jogos de contatos, cmara de faisca arco , blocos de contato auxiliares etc. Caractersticas eltricas O contator um dos dispositivos de seccionamento mais usado nas instalaes eltricas. Para fazermos a escolha de um contator, devemos conhecer suas caractersti cas eltricas, que so informaes padronizadas e esto contidas nos selos de iden tificao do contator e catlogos de fabricantes.

As principais caractersticas de um contator so: tenso nominal de isolao; tenso nominal de servio; potncia nominal eltrica e mecnica; corrente nominal de servio; freqncia de manobras; categorias de emprego; tenso nominal de comando; nmero de contatos auxiliares.

Tenso nominal de isolao o valor da tenso que caracteriza a resistncia de isolamento do contator propriedade do material isolante, que evita que este se torne condutor, devido s correntes de descarga. Poder vir expressa em valores diferentes, dependendo da tenso de trabalho ou do local onde estiver instalado o dispositivo.

Exemplo V - V - V Potncia nominal eltrica e mecnica a potncia real consumida por um equipamento eltrico, expressa em watts W. Observao Normalmente, nas placas de identificao dos contatores, vem expressa a potncia mecnica em CV ou HP, correspondente potncia eltrica. Frequncia de manobras - Nmero de manobras por hora que o contator deve realizar. Quanto maior for este valor, menor ser a vida dos contatos. Categorias de emprego - Determinam as condies para ligao e interrupo da corrente nominal de servio e tenso nominal de servio correspondente, para utilizao normal do contator nos mais diversos tipos de aplicao para CA e CC.

Veja a tabela a seguir. Para essa especificao deve-se observar a tenso do circuito de comando e a freqncia da rede. Nmero de contatos auxiliares - Definidos de acordo com a necessidade do circuito. Tecnologia dos contatores Devido tendncia constante para uma crescente automao, os dispositivos de manobra sofrem constantes modificaes nas suas caractersticas fsicas e construtivas para adequao s atuais necessidades, como: reduo do espao necessrio; maior facilidade na montagem e conexo facilidade de inspeo; etc.

Esta modificaes, geralmente, no alteram o princpio de funcionamento dos dispositivos. O tcnico deve observar atentamente estas adequaes dos dispositivos, consultando manuais fornecidos pelos fabricantes, para estar apto a fazer inspees nos elementos que constituem dispositivos e montagens de circuitos. Contatos e terminais de ligaes principais dos contatores Os contatos so as nicas peas de um contator sujeitas a um desgaste aprecivel. Sua vida til depende do valor da corrente de desligamento e da freqncia de manobra.

Os contatos devem, portanto, ser verif icados regularmente e, quando necessrio, substituidos para aproveitamento total da vida til mecnica do contator. Somente em alguns poucos casos justificvel, devido a razes econmicas e tcnicas, o projeto de um contator de maneira que sua vida til eltric seja igual sua vida til mecnica. Estes componentes podero, entretanto, necessitar substituio resultante de um curto-circuito geralmente ao iniciar a operao ou devido a uma alta freqncia de manobra.

Os contatos so construdos para interrupo dupla ou em ponte de circuito de corrente, tcnica atualmente muito empregada em aparelhos modernos e de alta qualidade.

A interrupo em ponte visa reduzir os efeitos destrutivos do arco voltaico, que se forma no instante em que os contatos se separam. Esta diviso em dois arcos de menor intensidade, por isso mesmo mais fracos e de mais fcil extino, protege as peas de contato.

Acrescentando-se uma cmara de extino do arco, obtm-se uma extino rpida do arco voltaico. Ao aplicar essa tcnica, no se esquecer de que pontos de contato so lugares onde se desenvolve calor, em virtude da maior resistncia passagem da corrente entre os contatos mveis e os fixos.

Na ao da cmara de extino, o arco se move sobre as peas fixas de contato, que se prolongam at perto das lminas para sua extino. Chegando junto extremidade externa do contato, o arco atrado pelas lminas de ao da cmara de extino.

Passando para estas, penetra entre as lminas, sendo subdividido em uma srie de pequenos arcos. Com este mtodo obtm-se, principalmente, o rpido afastamento do arco das peas de contato e, subseqentemente, a subdiviso do arco, permitindo a desejada extino rpida.

Praticamente no aparecem fascas do lado exterior da cmara; o aquecimento desta tambm mnimo, mesmo com alto nmero de interrupes consecutivas. Ao ligar o contator podero surgir fascas de curta intensidade, quando h um ricochete entre as peas de contato.

Este ricochete causado pelo impacto entre a pea fixa de contato e a mvel, no instante de ser ligado o contator. O tempo de durao do ricochete depende das massas dos contatos, sendo tanto menor quanto menores forem estas. A grandeza de corrente no instante de ligao, por vezes bem superior nominal, como no caso de motores, no influi na vida dos contatos.

Controle do estado dos contatos e critrios de avaliao A durabilidade dos contatos dos contatores, em meses e anos, pode ser estimada a partir de condies de aplicao especificadas por meio de um monograma. No entanto, deve-se inspecionar regularmente os contatos, porque sua vida til, por diversos motivos, poder ser maior ou menor do que a teoricamente esperada.

Tais motivos podem ser no apenas tolerncia de fabricao, mas igualmente o fato de que, muitas vezes, impossvel prever todas as condies de servio que determinam a durabilidade dos contatos. Inspees podem ser feitas nos intervalos de funcionamento.

Elas contribuem para a confiabilidade de uma instalao e evitam interrupes durante o servio. Note-se que, segundo as normas, permitido, aps um curtocircuito, que os contatos de um contator venham a fundir-se.

Na inspeo visual, deve-se saber avaliar a necessidade de reposio dos contatos. Essas ocorrncias so perfeitamente normais e no interferem no seu funcionamento. Se um jogo de contatos ainda pode ser utilizado ou no, depende praticamente s do volume de material remanescente nas pastilhas de contato. Quando no for possvel a inspeo visual, por impossibilidade de desativar o sistema, sugere-se o acompanhamento da evoluo da temperatura de cada contato plo mediante os terminais de conexo do contator.

Constatada a evoluo diferenciada muito rpida da temperatura, desativar o sistema e verificar vsualmente a situao dos contatos do contator. Identificao dos terminais A normalizao na identificao de terminais dos contatores e demais dispositivos de manobra de baixa tenso o meio utilizado para tornar mais uniforme a execuo de projetos de comandos e facilitar a localizao e a funo desses elementos na instalao.

Essas normalizaes so necessrias, principalmente, devido crescente automatizao industrial. Contatos principais - Os terminais de entrada da fonte so identificados com algarismos 1, 3 e 5 e os de sada do lado da carga , 2,4 e 6. Contatos auxiliares - So identificados por nmeros de dois dgitos, sendo que o primeiro dgito indica a posio ocupada pelo contato a partir da esquerda, e o segundo indica a funo do contato.

Intertravamento de contatores um sistema eltrico ou mecnico destinado a evitar que dois ou mais contatores se fechem, acidentalmente, ao mesmo tempo, provocando curto-circuito ou mudana da seqncia de funcionamento de um determinado circuito. Deste modo, faz-se com que o funcionamento de um dependa do outro.

Quando usamos este recurso, os contatores so montados lado a lado, formando um conjunto compacto, como se fosse uma nica pea. Os rels de proteo so integrantes de um disjuntor industrial. Rels trmicos de sobrecarga Dispositivos que atuam pelo efeito trmico provocado pela corrente eltrica, protegendo componentes de uma instalao quando as sobrecorrentes que ocorrem durante o seu funcionamento permanecem por tempo excessivo, ou quando tais componentes de sobrecarga aquecem as bobinas dos motores e os cabos a nveis inadmissveis, reduzindo a vida til de sua isolao.

Boto de rearme - o elemento cuja funo armar o s contato s auxiliar s do rel de sobrecarga. Lmina bimetlica auxiliar - Elemento cuja funo fazer a compensao do ajuste, de acordo com a variao da temperatura ambiente.

Lminas bimetlicas principais - Acionam um dispositivo mecnico quando sofrem dilatao e consequente deflexo, devido elevao da corrente eltrica e da temperatura das lminas, comutando os contatos mveis do rel. O princpio de operao do rel est fundamentado nas diferentes dilataes que apresentam os metais, quando submetidos a uma variao de temperatura. Duas ou mais lminas de metais diferentes normalmente ferro e nquel so ligadas por soldas, sob presso ou eletroliticamente.

Quando aquecidas elas se dilatam diferentemente e se curvam. Esta mudana de posio usada para comutao de um contato. Durante o esfriamento, as lminas voltam posio inicial. O rel est, ento, novamente pronto para operar, desde que no exista no conjunto um dispositivo mecnico de bloqueio. O rel permite que o seu ponto de atuao, ou seja, o alongamento ou a curvatura das lminas, para o qual ocorre o desligamento, possa ser ajustado com o auxlio de um dial.

Isto possibilita ajustar o valor de corrente que promover a atuao do rel. Aquecimento direto - As lminas esto no circuito principal e so percorridas pela corrente total ou parte dela.

O aquecimento, neste caso, funo da intensidade de corrente e da resistncia das lminas. O elemento resistivo pode ser ligado em srie ou paralelo com as lminas. Este tipo de rel usado para pequenas correntes de atuao visando dilatao necessria. O fabricante deve indicar, por meios adequados, as tolerncias aplicveis a tais curvas.

Proteo contra religamento involuntrio - Aps um disparo por sobrecarga, as lminas bimetlicas necessitam resfriar-se e retornar sua posio inicial at que o rel esteja novamente em condies de servio.

Assim, o intervalo de repouso necessrio ao motor fica obrigatoriamente assegurado. Rels de sobrecarga em rearme automtico so utilizados com contatores comandados por boto de impulso. Aps o tempo de resfriamento, o contato auxiliar do rel retorna sua posio inicial, no ativando o circuito de comando. Rels de sobrecarga em rearme manual so utilizados em contatores comandados por chave de posio fixa. O contato auxiliar do rel permanece aberto aps o tempo de resfriamento, impedindo ativar-se o circuito de comando.

Proteo contra falta de fase - A curva caracterstica de disparo de um rel de sobrecarga trifsico dada na condio de que todas as trs lminas so percorridas por correntes equilibradas. Causas de sobrecargas em motores Conjugado resistente muito alto em regime contnuo. Fator de marcha muito alto em regime no-contnuo.

Tempos de partida e de frenagem muito longos. Bloqueio do rotor. Desvios excessivos da tenso e da freqncia da rede e Interrupo de um condutor de alimentao falta de fase.

De acordo com esse critrio, os rels se dividem em: rel direto; rel indireto; rel com reteno; rel sem reteno; rel compensado; rel diferencial ou falta de fase. Rel direto - Quando aquecido pela passagem da corrente pelo prprio bimetal. Rel indireto - Quando o aquecimento do bimetal feito por um elemento resistor, que transmite o calor para o bimetal.

Para recoloc-las em funcionamento, necessrio soltar manualmente a trava, pulsando o boto de reset aps ter verificado a causa do desarme do rel. Rel sem reteno - O rel sem reteno volta condio de funcionamento aps o esfriamento das lminas. Rel compensado - Tem um elemento bimetlico auxiliar que compensa as variaes da temperatura ambiente.

Rel diferencial ou falta de fase - Dispara com maior rapidez que o normal, quando h falta de uma fase ou sobrecarga em uma delas.

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