VADE MECUM ESPIRITA PDF

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Author:Molar JoJojinn
Country:Mexico
Language:English (Spanish)
Genre:Relationship
Published (Last):28 June 2014
Pages:323
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ISBN:572-6-21203-284-6
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O Diagnstico da Morte. Transplante Parcial de Fgado. Amor e Saudade. Evoluo em Dois Mundos. Do Outro Lado da Margem. RJ: FEB, 14a edio. O Consolador. RI: FEB, 14 edio. Vozes da Outra Margem. Eclesistico, A imprensa noticiou, com o devido destaque, em , que, pela primeira vez, foram enxertados, num ser humano, rins de um macaco Rhesus. Os rins enxertados estavam funcionando bem, ao que informou o cirurgio Dr. O fato, por inabitual, causou estranheza.

Mas, melhor considerando o assunto, veremos no haver motivo para estupefao. Sabemos que so substancialmente idnticos os elementos componentes dos tecidos de todos os seres vivos.

Inexiste distino essencial entre a nossa carne e a de qualquer animal. A circulao sangunea se faria em um, como em outro. Poderamos atribuir ao homem um pulmo de vitelo, a respirar com a mesma facilidade peculiar ao seu pulmo. O sangue, que nos parece elemento capital da vida, apresenta a mesma identidade no boi, no carneiro, no homem, e os mdicos legistas ainda no encontraram mtodo seguro que lhes permita dizer com certeza se a ndoa sangunea de um pano de origem humana ou animal".

Por seu turno, o grande fisiologista Charles Richet assegura que "entre o homem e o animal os rgos so semelhantes, o sangue o mesmo: o corao funciona da mesma maneira; h a mesma temperatura, as mesmas funes respiratrias; a transmisso nervosa se faz do mesmo modo e no crebro h as mesmas regies sensveis e motrizes" Cf. La Slection Humaine, , pg. O chimpanz est sujeito s mesmssimas enfermidades que atacam o homem e possuem, ambos, idnticos grupos sanguneos. Extremamente vaidosos que somos e atrelados a tacanhos preconceitos, relutamos em aceitar a verdade cristalina, demonstrada pelas investigaes cientficas e esteada em segura lgica.

Recusamo-nos a admitir as teorias evolutivas de Lamarck, Wallace e Darwin, ciosos de nossa condio "privilegiada" de homo sapiens. Renegamos nossa ancestralidade simiesca, www. Os Diggers so asquerosos ndios que tm por habitat as cavernas de Serra Nevada. Os naturalistas julgam-nos inferiores ao orangotango. Os Tarungares da Costa Oriental andam completamente nus, so antropfagos inveterados e exumam cadveres para devor-los. Os Weddas do Ceilo tm o crnio assemelhado ao dos macacos, nariz proeminente maneira de focinho e dentadura saliente.

Vivem em cavernas rupestres e constroem uma espcie de ninho de folhas, como fazem os antropides. Acerca de certas tribos indgenas do norte do Brasil, diz o "Dr. Av-Lallement: - Adquiri a convico de existirem tambm macacos bmanos. Verdadeiros macacos - escreve o explorador W. Baker, referindo-se aos Kytches e aos Latoukas, africanos. E Darwin, quando se defrontou com os Fuegianos, foi preso do maior assombro. Ao contemplar tais seres - declararia depois - difcil acreditar sejam nossos semelhantes e conterrneos.

A verdade que, homens e macacos, ao cabo de contas, apenas se diferenciam por detalhes que, na escala evolutiva, representam to-s um insignificante degrauzinho. Saibamos ser reconhecidos aos nossos parentes prximos - os macacos.

Voronoff j os sacrificava para o rejuvenescimento de homens senis. Cirurgies norte-americanos vm de encaixar os rins de um Rhesus numa moa de Luisiana.

A qualquer hora poderemos precisar dos olhos do macaco, do corao do macaco, de seus pulmes, do bao dele, de outras coisitas mais Estamos na era dos transplantes. S h um problema: o da rejeio. Mas a Cincia h de solucion-lo, por certo. Os Escrpulos do Cientista Seus escrpulos deixam ver excessiva delicadeza.

La Fontaine O cirurgio cardiologista norte-americano Dr. Michael Debakey, segundo lemos nos jornais, conseguiu implantar um corao artificial no peito de Marcel Derudder, mas este veio a falecer dias aps a operao, "de outra complicao" - reza o despacho telegrfico. Posteriormente, realizou a mesma proeza com outro paciente, de nome Walter Mc-Cans, de 61 anos de idade.

Se Walter continua vivo ou no, ignoramo-lo, porm isso no importa ao desenvolvimento do nosso tema. Debakey pretende aperfeioar sua tcnica operatria, esperando poder fabricar um aparelho que substitua o corao humano, de maneira completamente segura e permanente.

Acontece, entretanto, que o seu futuro invento lhe est dando importunos tratos bola, pelas implicaes que poder ocasionar, de ordem moral, tica e legal. Dever o aparelho ser aplicado a qualquer enfermo, inclusive os incurveis?

Quando e como poder-se- determinar a morte de uma pessoa, por causas que no sejam de insuficincia cardaca? Quem estar habilitado a decidir que chegou o momento de deter definitivamente a circulao sangunea? Que problema ter de enfrentar a sociedade, se a Medicina puder prolongar a vida humana at ou anos? Tais so as angustiosas perguntas que faz a si mesmo o Dr. Muito bem-intencionadas, por certo, as preocupaes do eminente cientista. Contudo, bem consideradas, parece no terem razo de ser.

E sendo a Medicina a arte e a cincia de curar, deixar de faz-lo fugir sua nobre finalidade. Se impossvel determinar antecipadamente a "causa mortis do doente, a que vem a indagao da existncia ou no de insuficincia cardaca? O gnero de morte imprevisvel e at os que recebem um corao novinho em folha, como Marcel Derudder, podem morrer de "outra complicao" Saber o momento exato de fazer cessar a circulao do sangue importa em predeterminar o momento da morte, e isso prerrogativa de Deus.

Lemos em O Livro dos Espritos: "Fatal, no verdadeiro sentido da palavra, s o instante da morte o. Chegado esse momento, de uma forma ou de outra, a ele no podereis furtar-vos. Deus sabe de antemo de que gnero ser a morte do homem". Caso viessem a surgir novos recursos mdicos pelos quais fosse delongada a vida humana at ou anos, certamente outras cincias seguiriam paripassu os progressos da Medicina e, assim, a Sociedade disporia dos meios necessrios para fazer face aos problemas supervenientes.

Em ltima anlise, Deus, o planejador infalvel, no deixaria sem soluo os problemas aparecidos com o seu prprio consentimento, j que nada ocorre contrariamente Vontade Divina. Injustificveis, pois, os escrpulos do cientista. Mas ele, ao que parece, materialista e no percebe que, alm de sua cincia acadmica, est a verdadeira Cincia que tudo prev e a tudo prov. Transplante e Carma Ningum livre, se escravo da carne.

Depois de tecer algumas consideraes acerca da "faanha realizada na Cidade do Cabo por Christian Barnard", diz, textualmente, o articulista: "Este fato, que poderia parecer simples, aps os trabalhos realizados pelos mdicos sulafricanos, entra num labirinto intrincado de especulaes, quando observado do ponto de vista esprita, isto , quando se aplica o conceito de que tanto o ser que falece e facilita sua vscera e o ser que continua vivendo graas a esse enxerto, possuem seus respectivos Espritos e junto a eles foi estabelecida uma relao de profundssimo raizame, que entronca com complicadssimo processo ancestral, histrico e sobretudo crmico".

Em que pese a indiscutvel autoridade do eminente confrade platino em assuntos espritas, aventuramo-nos a apresentar ligeiros argumentos contrrios hiptese aventada. Comecemos salientando que o Carma a prpria Lei de Causa e Efeito, "a essncia do que fizemos e fomos no passado, e esta essncia levamos conosco de uma a outra encarnao", segundo ensina Yogi Kharishnanda em sua Enciclopdia de Cincias Ocultas.

E como Lei divina, no pode deixar de ser a expresso da verdadeira Justia e Perfeio. Cada um responsvel pelo seu "carma" individual. Ningum pode transferi-Io a outrem. Do contrrio, a lei seria burlada e revelar-se-ia injusta e inoperante, levando-nos ao contra-senso de emprestar validade a ridculas concepes como a do pecado original. O corao, o pncreas e os demais rgos constituem simplesmente partes dessa indumentria, do mesmo modo que a camisa, o palet e as calas constituem partes da vestimenta do homem material.

Logicamente no se poderia dizer que, pelo simples fato de algum usar a roupa de um defunto, passasse a herdar-lhe os atributos bons ou maus. Isso seria requisito imprescindvel aos fenmenos de psicometria. Poderia, ainda, exercer alguma influenciao sobre o detentor do rgo transplantado, contudo facilmente neutralizvel pelas vibraes mentais do mesmo detentor. Se admitirmos que o corao de um defunto pode trazer implicaes crmicas para a pessoa em que foi transplantado, que dizer, ento, da criana que se amamenta do leite elaborado no organismo duma mulher que, nem sempre, a sua prpria me?

Que dizer, tambm, dos que recebem transfuso de sangue, que o elemento vital por excelncia? O "carma" da me-preta ou o do doador do sangue seria transferido para os que assimilaram o leite ou o plasma sanguneo no organismo, por deglutio ou por transfuso?

A esposarmos tal hiptese, estaramos, nada mais, nada menos, ressuscitando a crena de antigos ndios brasileiros, segundo a qual, devorando o guerreiro morto, adquiriam dele as qualidades de bravura. A nosso ver, quem recebe um rgo alheio em seu corpo no passa a compartilhar o "carma" do doador.

Poderia, talvez, sofrer influncia obsessiva do "doador" involuntrio, ou seja, daquele a quem retiraram o rgo sem prvio consentimento e que estivesse ainda muito apegado matria. Mas isso nada tem a ver com "transferncia de carma" Alis, aqui mesmo no Brasil, os jornais amide noticiam rins e olhos de pessoas que se dizem saudveis e dispostas a do-los mediante "expressivo agradecimento S admite a doao entre parentes. Visa a lei evitar comrcio camuflado em "gestos de generosidade" Trouxemos, em tape, o produto da mensagem psicografada por voc, de Bezerra de Menezes, e que tecnicamente desaconselhava, quela poca, estes transplantes.

Realmente, todos os transplantados, se foram. Nenhum deles nos d, nesse momento, a certeza de que aquela mensagem no dizia a verdade. Em que termos voc colocaria hoje o mesmo assunto, a mesma mensagem? Os transplantes ainda estariam em termos de 3 anos e meio, ou h uma posio diferente, j, para voc dizer a todos?

DURVAL - Eu queria aproveitar e complementar, Almir, a mesma pergunta, s que com um adendo a mais: H alguma implicao espiritual, no fenmeno da rejeio, muito comum nos transplantes? O problema da rejeio nitidamente um problema de incompatibilidade dos tecidos do doador com os tecidos do receptor; mas o nosso Andr Luiz afirma, muitas vezes, e isso para responder ao nosso caro entrevistador, o nosso amigo e jornalista, Saulo Gomes, nosso Andr Luiz, que foi mdico no plano fsico, assevera que os transplantes devem merecer, continuar merecendo o mximo cuidado, a mxima ateno da cincia; que no podemos esquecer que quando se processou o transplante da crnea com absoluto sucesso pelo professor Piratoff em uma nao do norte da Europa, ele experimentou muitas vezes, at que verificou que o transplante da crnea era possvel por meio de conservao do tecido em cmara fria.

O problema dos transplantes deve merecer o nosso respeito, e vamos pedir para que a nossa cincia mdica continue para frente, conquanto no deva desprezar os rgos chamados plsticos, tanto quanto possvel, na substituio de rgos no veculo fsico, mas os transplantes merecem a nossa considerao e devemos prosseguir.

Com grande reconforto para o nosso grupo, quem comparece para o servio de instruo o Esprito Lus Alves, que, em estado de sofrimento, se comunicara anteriormente, em nossa agremiao.

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