TECNOLOGIA DO DNA RECOMBINANTE PDF

Pero vayamos paso a paso. Ambos tipos han evolucionado, desarrollando procesos muy complejos que aseguran la homeostasis para su supervivencia. Estas enzimas han sido encontradas en una gran variedad de bacterias. La secuencia de reconocimiento de la EcoRI consiste en 6 pares de bases y corta entre residuos de guanina y adenina de cada cadena.

Author:Taull Faegis
Country:Solomon Islands
Language:English (Spanish)
Genre:History
Published (Last):20 July 2011
Pages:88
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ISBN:921-8-82398-925-7
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Desse conhecimento decorreram tecnologias que permitiram, a partir de organismos diferentes, novas combinaes, em laboratrio, de material gentico estabelecendo-se, assim, um princpio de interveno humana capaz de, pela substituio das fronteiras naturais entre variedades de espcies e, potencialmente entre as prprias espcies, estabelecer fronteiras tecnolgicas tendentes mais uniformidade do que biodiversidade caracterstica do planeta.

As pesquisas em torno do DNA recombinante, alm da revoluo instaurada no universo dos estudos da vida, permitindo o surgimento de novas prticas cientficas e tecnolgicas que o novo campo hbrido entre cincia e tecnologia - a biotecnologia - viria depois consagrar, desencadearam tambm mudanas profundas no comportamento tico da sociedade civil diante das novas questes que a manipulao gentica de seres vivos trazia para o homem.

O processo bsico da tcnica do DNA recombinante consiste em: A enzima de restrio abre a molcula de DNA do plasmdeo num ponto especifico. Com enzimas de restrio do mesmo tipo abre-se outra molcula de DNA, que funciona como dadora, e isola-se o gene que se quer inserir no plasmdeo. O gene a inserir colocado em contacto com o plasmdeo, juntamente com um outro tipo de enzimas, as ligases do DNA. O gene passa a fazer parte do plasmdeo, que possui agora, para alm dos seus genes, o gene estranho que lhe foi inserido, isto , possui um DNA recombinante.

O plasmdeo recombinante em contato com bactrias pode introduzir-se nelas. Estas bactrias funcionam como clulas hospedeiras, aceitam o plasmdeo e, com ele, o novo gene. A partir do DNA recombinante, o gene inserido passa a comandar a sntese da protena desejada. O vocbulo transgnico foi usado em , por Gordon e Ruddle, poca em que foram divulgados, nos EUA, os camundongos gigantes "fabricados" por Palminter Brinster e Hammer.

Em foi feita a primeira planta transgnica. A transgnese uma biotecnologia aplicvel em animais e vegetais que consiste em adicionar um gene, de origem animal ou vegetal, ao genoma que se deseja modificar. Denominase transgene o gene adicional.

O transgene passa a integrar o genoma hospedeiro e o novo carter dado por ele transmitido descendncia. O que significa que a transgnese germinativa. As tcnicas de engenharia gentica modernas permitem que se retirem de um organismo genes fragmentos de DNA responsveis por determinadas caractersticas e que se transfiram artificialmente esses genes para outros organismos, com o fim de reproduzir neles essas caractersticas.

Com essa tecnologia possvel produzir plantas resistentes a pragas, adaptar plantas para cultivo em terras inspitas, adapt-las a condies climticas adversas, enriquecer plantas alimentcias com nutrientes especiais, usar as plantas como produtoras de substncias para fins teraputicos, utilizao industrial, etc. Nem todo organismo geneticamente modificado OGM transgnico. Por exemplo: pesquisadores da Unicamp recentemente desenvolveram leveduras geneticamente modificadas capazes de otimizar e reduzir os custos da produo de lcool no Brasil.

A levedura obtida no um organismo transgnico, pois no foram introduzidos nela genes de outro organismo, mas sim utilizaram-se genes que j existiam no prprio organismo, e apenas foram "mudados de lugar". A engenharia gentica, ao transferir genes entre espcies diferentes, quebrou a fronteira entre as espcies. A transgenicidade, como qualquer outra biotecnologia bioengenheirada, elimina as fronteiras entre as espcies ao possibilitar que qualquer ser vivo adquira novas caractersticas ou de vegetais, ou de animais ou humanas.

Como se produz um organismo vegetal transgnico De uma forma bem simplificada, para se produzir um vegetal transgnico procede-se da seguinte forma: seleciona-se o gene ou genes que deve m dar ao novo organismo a caracterstica desejada. Segundo o mtodo de bombardeamento, micropartculas de um metal tungstnio ou ouro so revestidas por fragmentos de DNA contendo os genes selecionados.

Atravs de um aparelho "canho de genes" , as partculas so aceleradas a altas velocidades e bombardeiam o tecido vegetal que vai sofrer a transformao. As partculas penetram nas clulas e libertam os fragmentos de DNA.

As clulas da planta assimilam os genes e alguns passam a integrar o genoma. O mtodo de infeco por bactrias, em vez do canho de genes, usa bactrias para infectar a planta a ser modificada e transportar os novos genes para o seu genoma.

Bactrias do solo, do gnero Agrobacterium, so comumente utilizadas, graas capacidade que tm de se associar espontaneamente a algumas plantas e de transferir naturalmente alguns de seus genes para elas. O que os cientistas fazem substituir estes genes, que ficam no plasmdeo Ti T-DNA da bactria, pelos genes selecionados. Clulas de embries da planta que se quer modificar so colocadas em contato com uma suspenso contendo as agrobactrias.

Ao infectar os embries, elas transferem para o genoma da nova planta os genes com as instrues para dar as caractersticas desejadas. Assim um nmero crescente de plantas tolerantes a herbicidas e determinadas pragas tem sido encontradas. O problema que as plantas transgnicas so iguais ao alimento natural, o que injusto, pois o consumidor no sabe que tipo de alimento est consumindo.

Uma nova variedade de algodo por exemplo, foi desenvolvido a partir da utilizao de um gene oriundo da bactria Bacillus thuringensis, que produz uma protena extremamente txica a certos insetos e vermes, mas no a animais e ao homem.

Essa planta transgnica ajudou na reduo do uso de pesticidas qumicos na produo de algodo. Tecnologias com uso de transgenes vem sendo utilizadas tambm para alterar importantes caractersticas agronmicas das plantas: o valor nutricional, teor de leo e at mesmo o fotoperodo nmero de horas mnimo que uma planta deve estar em contato com a luz para florescer. No caso de peixes, alm dessas caractersticas, podem ser citadas a tolerncia ao frio, resistncia a doenas e esterilidade Alm disso, sunos, bovinos e caprinos GM tm sido criados com novas enzimas em seu epitlio intestinal para aumentar a eficincia na utilizao de rao.

Como exemplos, citam-se os animais que expressam a fitase para aumentar a absoro de fsforo ou enzimas que catalisam a sntese da cistena. Pesquisas recentes na Inglaterra revelaram aumento de alergias com o consumo de soja transgnica. Acredita-se que os transgnicos podem diminuir ou anular o efeito dos antibiticos no organismo, impedindo assim o tratamento e agravando as doenas infecciosas. Com tcnicas similares quela da produo de insulina humana em bactrias, muitos produtos com utilidade biofarmacuticas podem ser produzidos nesses animais e plantas transgnicas.

Por exemplo, pesquisadores desenvolveram vacas e ovelhas que produzem quantidade considervel de medicamentos em seus leites. O custo dessas drogas muito menor do que os produzidos pelas tcnicas convencionais.

A tecnologia transgnica tambm uma extenso das prticas agrcolas utilizadas h sculos. Programas de cruzamentos clssicos visando a obteno de uma espcie melhorada sempre foram praticados. Em outras palavras, a partir de uma espcie vegetal qualquer e realizando o cruzamento entre um grupo de indivduos obteremos a prole chamada de F1. Dentre os indivduos da prole, escolheremos os melhores que sero cruzados entre si, originando a prole F2.

Sucessivos cruzamentos a partir dos melhores indivduos obtidos em cada prole sero feitos. Todo esse trabalho busca a obteno de indivduos melhorados. Essa tcnica trabalhosa e demorada de melhoramento vem sendo amplamente auxiliada pelas modernas tcnicas de biologia molecular. Com isso as espcies so melhoradas com maior especificidade, maior rapidez e flexibilidade, alm de um menor custo. Mas ainda no se pode afirmar quais as conseqncias que esses produtos podem ter no organismo humano, animal e no meio ambiente.

Pontos positivos dos alimentos transgnicos Aumento da produo de alimentos; Melhoria do contedo nutricional, desenvolvimento de nutricnicos alimentos que teriam fins teraputicos ; Maior resistncia e durabilidade na estocagem e armazenamento Pontos negativos dos alimentos transgnicos Aumento das reaes alrgicas; Provvel relao com aumento de cncer em ratos; As plantas que no sofreram modificao gentica podem ser eliminadas pelo processo de seleo natural, pois, as transgnicas possuem maior resistncia s pragas e pesticidas; Aumento da resistncia aos pesticidas e gerando maior consumo deste tipo de produto; Apesar de eliminar pragas prejudiciais plantao, o cultivo de plantas transgnicas pode, tambm, matar populaes benficas como abelhas, minhocas e outros animais e espcies de plantas.

O Protocolo de Biossegurana, assinado em janeiro de , entrou em vigor em setembro de e o nico acordo internacional que trata do movimento de transgnicos entre pases. O Protocolo estabelece, por exemplo, que o exportador fornea informaes ao pas importador sobre as caractersticas e a avaliao de risco do transgnico que est sendo comercializado. De acordo com o Protocolo, a avaliao destes riscos deve ser custeada e apresentada pelo exportador, se a parte importadora assim o exigir.

E nenhuma comercializao permitida at que a parte importadora tenha aprovado. O Protocolo o nico instrumento internacional legal reconhecido para regulamentar o transporte de transgnicos. Sem ele, cada pas precisaria recorrer sua prpria legislao. O Protocolo estabelece procedimentos que esto de acordo com a OMC e, por isso, elimina qualquer possibilidade de questionamento quanto s leis de comrcio internacional.

O Protocolo de Biossegurana reconhece que o conhecimento cientfico sobre transgnicos incompleto e permite que os pases tomem medidas para prevenir danos ambientais na ausncia de certeza cientfica sobre o dano, permitindo que as partes tomem a deciso de "evitar ou minimizar tais efeitos potenciais adversos".

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